sexta-feira, 28 de novembro de 2025

1 de Dezembro.

O Dia da Restauração da Independência assinala o dia 1 de dezembro de 1640.

Foi neste dia que um grupo de nobres portugueses, conhecidos como os "Quarenta Conjurados", encenou um golpe de Estado em Lisboa, pondo fim à União Ibérica que durava 60 anos, desde 1580.

📜 Contexto Histórico

  • União Ibérica (1580–1640): Após a crise de sucessão de 1580, que se seguiu à morte do Cardeal-Rei D. Henrique, o trono português foi assumido por Filipe II de Espanha (Filipe I de Portugal). Portugal e Espanha passaram a ser governados pelo mesmo monarca, naquilo que ficou conhecido como a União Ibérica ou o domínio Filipino.

  • A Restauração: O descontentamento com o domínio espanhol (principalmente devido à pesada carga fiscal e ao envolvimento de Portugal em guerras de Espanha) levou à conspiração. O golpe de 1 de dezembro de 1640 depôs a Duquesa de Mântua, que governava Portugal em nome do rei espanhol Filipe IV.

  • Novo Rei: Os conspiradores aclamaram D. João, Duque de Bragança, como o novo rei de Portugal, que ascendeu ao trono como D. João IV, dando início à Quarta Dinastia (Casa de Bragança).

  • Guerra da Restauração: A independência só foi reconhecida pela Espanha em 1668, após a longa e dispendiosa Guerra da Restauração.

O 1.º de Dezembro é, portanto, a data que marca o fim da dominação espanhola e o regresso de Portugal à plena soberania.

 

sábado, 22 de novembro de 2025

Trup

A postura de Donald Trump na cena política distingue-se pela sua alta capacidade de reviravolta — não são meras declarações oportunistas, mas sim saltos dramáticos entre posições que variam conforme o seu interesse momentâneo, o contexto mediático ou a pressão externa. Esses ziguezagues não são apenas retóricos, têm impacto real nas políticas internas e externas dos Estados Unidos. A seguir, alguns exemplos que ilustram bem esse comportamento contraditório:

1. 

Tarifas comerciais com a China

Um dos casos mais notórios é a imposição de tarifas “recíprocas” massivas sobre importações: Trump anunciou taxas de até 125% sobre produtos chineses. 

euronews

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Poder360

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No entanto, poucos meses depois, declarou estar “aberto” a acordos com a China. 

Poder360

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Ainda mais: numa cimeira com Xi Jinping, Trump fez um recuo importante, reduzindo algumas dessas tarifas, alegando que a China poderia ajudá-lo na questão do fentanil. 

euronews

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Esses saltos sugerem que a sua postura é tanto de confronto duro quanto de negociação flexível — dependendo do momento e do que convém ao seu discurso político.

2. 

Reconhecimento dos custos tarifários

Apesar de impor tarifas pesadíssimas, Trump reconheceu publicamente que havia “custos e problemas de transição” para a economia americana. 

O Globo

 Ou seja: ele próprio admitiu que a política protecionista tinha efeitos negativos no curto prazo, mas continuou a promovê-la como se fosse uma medida de grande vitória política.

3. 

Desregulação ambiental e mudança climática

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Durante o seu primeiro mandato, Trump assinou ordens executivas para reverter regulamentos ambientais importantes, como o Clean Power Plan, argumentando que isso promoveria independência energética e beneficiaria a indústria de combustíveis fósseis. 

TIME

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Mas mais recentemente, numa demonstração clara do seu estilo “ziguezague”, ele voltou a retirar os EUA do Acordo de Paris sobre o clima, repondo uma política de negação das mudanças climáticas e alinhando-se com os interesses da indústria de petróleo e do gás. 

Reuters

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Esta constante oscilação entre promessas de “crescimento económico” e puxadas de freio nas medidas ambientais revela uma contradição profunda: um discurso populista que alterna entre “trabalho para os americanos” e “fazemos o que for preciso para sustentar o poder económico”.

4. 

Negociações comerciais com diversos países

Além da China, Trump também ameaçou e impôs tarifas a outros parceiros, para depois oferecer pausas ou condições especiais: por exemplo, anunciou uma pausa de 90 dias em algumas tarifas para países que quisessem negociar. 

euronews

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Porém, esse “alívio temporário” é visto por muitos como tática para pressionar — em vez de uma política estável ou previsível.

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Posteriormente, anunciou que gostaria de encurtar prazos para novos acordos comerciais, dizendo que enviaria cartas a vários países com a mensagem: “Parabéns! Vão pagar 25%” de tarifas. 

Diário de Notícias

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Em paralelo, classificava os seus próprios acordos como “os maiores da história”: por exemplo, afirmou ter fechado um “acordo gigantesco” com o Japão e com o Reino Unido, usando a retórica da vitória política, apesar dos analistas levantarem dúvidas sobre a sustentabilidade e o real benefício económico desses pactos. 

UOL Economia

5. 

Diplomacia contraditória

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A secretária de imprensa da Casa Branca admitiu que Trump poderia personalizar acordos para cada país, dependendo das negociações. 

Poder360

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No entanto, a imprevisibilidade dessas negociações reforça a ideia de que Trump usa a diplomacia como um jogo de pressão em vez de uma estratégia de longo prazo — o que mina a confiança de muitos parceiros internacionais.

 

Conclusão crítica com base nos exemplos

Estes exemplos mostram que os “ziguezagues” de Trump não são simples variações de discurso: fazem parte de um método calculado. Ele alterna a confrontação agressiva (tarifas muito altas, retórica de dureza) com gestos de abertura (pausas, negociações), conforme o que for mais vantajoso para os seus objetivos imediatos. Isso pode dar-lhe uma vantagem tática a curto prazo, mas compromete a construção de políticas coerentes e sustentáveis.

Além disso, esse comportamento tende a prejudicar a credibilidade das instituições: aliados, adversários e mercados lidam com ele como alguém imprevisível, o que cria instabilidade nos principais domínios — económico, diplomático e ambiental.

Por fim, embora seus movimentos possam ser celebrados pelos seus apoiantes como “decisivos” ou “estratégicos”, muitos críticos vêem neles um estilo que fragiliza a governabilidade institucional: é fácil ganhar no momento, mas é difícil construir algo sólido para o futuro quando as regras mudam constantemente.



Nota de autoria:

Os textos aqui partilhados são da autoria de Marciel, com apoio da inteligência artificial ChatGPT para auxiliar na redação, estruturação e revisão de conteúdo. Embora a IA contribua com sugestões e melhorias, todas as ideias, decisões finais e mensagens transmitidas são inteiramente humanas. 

Natal

 O Natal em Portugal é mais do que uma festa; é um regresso às origens, um mergulho na tradição e um momento sagrado de reunião familiar. À medida que as luzes se acendem nas cidades — do Chiado em Lisboa ao centro histórico do Porto — instala-se no ar aquele cheiro inconfundível a castanhas assadas e a pinheiro fresco, anunciando que o mês de dezembro se instalou de vez.

A preparação começa cedo, mas o ponto alto é a noite da Consoada, a 24 de dezembro. É a noite em que as famílias se juntam à volta de uma mesa farta. O jantar tradicional, desprovido de carne, é um ritual simples mas profundo, com o incontornável Bacalhau cozido com couves e batatas.

É após a refeição, e já na expectativa, que os mais novos aguardam pela Meia-Noite. É nesta hora mágica que se celebra a Missa do Galo e que, finalmente, a família se junta para a troca de presentes. Para as crianças, esta é a hora de confirmar a visita do Pai Natal, cujos embrulhos se aninham debaixo da árvore ou junto ao Presépio, peça central que em muitas casas ganha maior importância do que a própria árvore.

O dia 25 é um dia de lentidão e de calor. É o momento de desfrutar dos doces tradicionais, que variam de região para região, mas que dificilmente dispensam as Rabanadas, os Sonhos e o Bolo-Rei, recheado de frutas cristalizadas e, inevitavelmente, com a fava escondida.

O Natal português é, acima de tudo, um convite ao aconchego (lar), à memória e à partilha de afeto. É o tempo de parar, de respirar fundo e de nos lembrarmos que, no meio de toda a pressa do mundo, há sempre tempo para um abraço.

sábado, 8 de novembro de 2025

O Natal dos Anos 90 e o Natal de Agora

Havia qualquer coisa de mágico no Natal dos anos 90. Talvez fosse a simplicidade, talvez fosse o tempo — que parecia passar mais devagar — ou talvez fosse apenas o encanto de viver tudo com olhos de criança. As ruas ganhavam um brilho diferente, com luzes coloridas e músicas que se ouviam nas rádios locais. As famílias juntavam-se à volta da mesa, e o Natal era, acima de tudo, um momento de encontro, de gargalhadas e de cheiros que anunciavam a época: o bacalhau a cozer, os fritos de abóbora, o açúcar e a canela no ar.

As crianças esperavam ansiosamente pela consoada, a contar as horas para abrir os presentes. Nessa altura, não havia ecrãs nem notificações — só o som do papel a rasgar e o brilho nos olhos de quem recebia algo tão simples como um carrinho, uma boneca ou uma cassete do cantor preferido. O Pai Natal ainda era um mistério, e o frio lá fora parecia tornar tudo mais verdadeiro.

Hoje, o Natal mudou. As luzes brilham mais, as mesas continuam fartas, mas há uma pressa diferente no ar. As mensagens substituíram os postais, e os abraços deram lugar a emojis. As compras fazem-se por clique, e os desejos partilham-se nas redes sociais. Ainda assim, por entre o ruído e a correria, há momentos que nos fazem parar: o cheiro do forno, o riso de uma criança, a lembrança de quem já partiu mas continua presente.

Porque, no fundo, o Natal é isso — uma ponte entre o que fomos e o que somos. E mesmo que os tempos mudem, há coisas que o tempo não apaga: o calor da família, a saudade da infância e o desejo sincero de que, por um instante, tudo volte a ter a magia dos Natais de antigamente.

Nota de autoria:

Os textos aqui partilhados são da autoria de Marciel, com apoio da inteligência artificial ChatGPT para auxiliar na redação, estruturação e revisão de conteúdo. Embora a IA contribua com sugestões e melhorias, todas as ideias, decisões finais e mensagens transmitidas são inteiramente humanas.

O Inverno: Uma Estrela Brilhando no Céu da Natureza

O inverno, estação marcada pela chegada do frio e pela beleza singular da natureza, nos convida a um momento de introspecção e contemplação. É a época em que as árvores, em seus trajes de ouro e vermelho, se despedem das folhas para renascerem com a primavera.

Um abraço gelado e aconchegante:

O inverno pinta o mundo com tons de branco, transformando paisagens em verdadeiras obras de arte. A neve, como um manto suave, cobre campos e cidades, criando um cenário mágico e convidativo para brincadeiras e momentos de paz. O ar gélido que envolve tudo à nossa volta nos convida a nos aquecer junto à lareira, saboreando uma xícara de chocolate quente e apreciando a companhia de nossos entes queridos.

A natureza em hibernação:

Durante o inverno, a natureza parece adormecer. Os animais buscam abrigo para se proteger do frio, enquanto as plantas entram em um período de repouso, aguardando a chegada dos dias mais quentes para florescerem novamente. Essa pausa é essencial para o equilíbrio dos ecossistemas, permitindo que a vida se renove a cada ciclo.

A magia do Natal:

O inverno também é sinônimo de Natal, uma época repleta de alegria, esperança e celebração. As luzes cintilantes, as decorações festivas e o espírito natalino transformam as cidades em verdadeiros paraísos, convidando a todos a celebrar o amor e a união.

Um convite à reflexão:

O inverno nos convida a desacelerar o ritmo e a apreciar as pequenas coisas da vida. É um momento para refletir sobre nossas conquistas, desafios e sonhos, buscando renovar as energias para um novo ciclo.

Em resumo:

O inverno é uma estação rica em beleza, magia e significado. É um convite para celebrar a vida, a natureza e a companhia das pessoas que amamos.

 

quinta-feira, 6 de novembro de 2025

Entre Amizade

Entre Amizade


Entre risos e segredos,

o teu nome virou abrigo,

e sem querer, entre os medos,

dei por mim a estar contigo.

Não foi amor de repente,

foi ternura que ficou,

um afecto tão presente

que, sem pedir, me conquistou.

Ouço-te e o mundo acalma,

olho-te e tudo faz sentido,

amizade que toca a alma

e tem perfume de amor contido.

Não sei onde o “nós” começa,

nem onde o “eu” termina,

só sei que a vida enriquece

quando a tua voz ilumina.

Guardei no peito um segredo,

feito chama em véu sereno,

com receio e com desejo,

com coragem e com veneno.

Nos teus olhos, às vezes, vejo

um reflexo do que sinto,

um talvez, um leve beijo,

um amor que é ainda instinto.

Quis falar, mas o silêncio

soube proteger melhor,

pois temia que um só gesto

pusesse fim ao que é maior.

Mas se um dia o tempo ousar

mostrar tudo o que escondi,

não direi que foi engano —

foi amor que vivi aqui.

E se o mundo nos afastar,

ou se a sorte for distância,

lembra: amar, no fim, é estar,

mesmo em forma de amizade.

Passaram dias, meses, anos,

como folhas que o vento leva,

mas o coração, sem enganos,

guardou-te em cada vereda.

Reencontrei-te por acaso,

ou talvez por destino traçado,

o mesmo riso, o mesmo abraço,

um silêncio apaixonado.

Falámos do tempo ido,

das voltas que a vida deu,

e nesse instante contido,

soube que o “nós” renasceu.

Não era mais só ternura,

nem apenas companhia,

era amor com a doçura

da amizade que o vestia.

Agora sei, sem temores,

que o amor e a amizade, enfim,

são dois nomes, duas cores,

do mesmo lume sem fim.


Nota de autoria:

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terça-feira, 28 de outubro de 2025

Reflexão sobre o uso das redes sociais pela juventude

As redes sociais fazem hoje parte do dia a dia de quase todos os jovens. É difícil imaginar uma rotina sem o Instagram, o TikTok ou o WhatsApp, pois são plataformas onde se partilham momentos, opiniões e estados de espírito. No entanto, por mais naturais que pareçam, estas redes têm um impacto muito profundo na forma como vivemos e nos relacionamos.

Por um lado, é verdade que as redes sociais aproximam as pessoas. Permitem comunicar de forma rápida, conhecer novas culturas e aceder facilmente a informação. Há quem as use para divulgar arte, música ou ideias inspiradoras, e isso é algo muito positivo. Tornaram-se também uma forma de dar voz aos jovens, permitindo que expressem as suas opiniões e encontrem comunidades com os mesmos interesses.

Mas nem tudo é assim tão simples. O lado negativo das redes sociais é cada vez mais evidente. Muitos jovens sentem-se pressionados a mostrar uma vida perfeita, cheia de viagens, amigos e sucesso, quando, na realidade, ninguém vive assim o tempo todo. Esta comparação constante pode gerar frustração e insegurança. Além disso, passamos tanto tempo “ligados” que, muitas vezes, nos esquecemos de estar presentes nas conversas reais, com as pessoas à nossa volta.

Por isso, penso que o mais importante é aprender a usar as redes sociais com equilíbrio. Não é preciso rejeitá-las, mas sim perceber que há um limite saudável entre o mundo digital e o mundo real. As redes podem ser úteis e divertidas, mas nunca devem substituir as experiências autênticas, as amizades verdadeiras e o tempo de qualidade longe dos ecrãs.

 Nota de autoria:

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