sexta-feira, 26 de junho de 2026

Venho por este meio expor a minha insatisfação relativamente ao acompanhamento que me foi prestado em consulta de Fisiatria.

Na consulta em que fui observado, o médico fisiatra decidiu dar por terminado o meu acompanhamento, encaminhando-me apenas para realizar uma experiência/ensaio terapêutico em fisioterapia. Esta decisão deixou-me bastante preocupado, uma vez que continuo a apresentar sintomas e limitações funcionais que afetam significativamente a minha qualidade de vida e a realização das atividades do dia a dia.

Enquanto doente, considero que a fisioterapia constitui um elemento essencial da recuperação, mas não substitui a necessidade de uma avaliação médica especializada e contínua. A função do médico fisiatra é acompanhar a evolução clínica, reavaliar a resposta aos tratamentos instituídos, ajustar o plano terapêutico sempre que necessário e decidir, com base na evolução do doente, quais os passos seguintes. Ao ser dispensado apenas para realizar uma experiência em fisioterapia, sem que estivesse previsto um acompanhamento posterior ou uma reavaliação médica, senti que o meu caso ficou incompleto do ponto de vista clínico.

Além disso, uma experiência terapêutica tem precisamente como objetivo avaliar se determinado tratamento produz benefícios. Essa avaliação deve ser efetuada pelo médico responsável, através da observação da evolução dos sintomas, da funcionalidade e da resposta ao tratamento. Dar alta antes de conhecer os resultados dessa experiência parece-me uma decisão prematura, pois impede uma apreciação objetiva da eficácia da intervenção e da necessidade de eventuais alterações ao plano terapêutico.

A minha expectativa era que existisse uma continuidade de cuidados, com uma consulta de reavaliação após o período de fisioterapia, onde fosse possível analisar os resultados obtidos, verificar se houve melhorias significativas, identificar eventuais dificuldades persistentes e decidir se seria necessário manter, alterar ou complementar o tratamento. Essa abordagem permitiria um acompanhamento mais rigoroso e ajustado à minha situação clínica.

Como doente, sinto que a decisão de terminar o acompanhamento em Fisiatria não teve suficientemente em conta o facto de eu continuar a apresentar limitações e sintomas relevantes. A ausência de uma reavaliação médica após a realização da fisioterapia deixa-me sem a garantia de que a evolução da minha condição será devidamente acompanhada e de que serão tomadas as decisões clínicas mais adequadas, caso o tratamento não produza os resultados esperados.

Por estas razões, solicito que a minha situação seja reavaliada e que seja ponderada a continuidade do acompanhamento em consulta de Fisiatria, com marcação de uma consulta após a conclusão do programa de fisioterapia. Considero que esta será a forma mais adequada de assegurar uma avaliação completa da minha evolução clínica, permitindo uma tomada de decisão fundamentada sobre a necessidade de manter, modificar ou concluir o tratamento, sempre no interesse da minha recuperação e da melhoria da minha qualidade de vida. 


Nota de autoria:

Os textos aqui partilhados são da autoria de Marciel, com apoio da inteligência artificial ChatGPT para auxiliar na redação, estruturação e revisão de conteúdo. Embora a IA contribua com sugestões e melhorias, todas as ideias, decisões finais e mensagens transmitidas são inteiramente humanas.


sábado, 23 de maio de 2026

Fisioterapia

Exmo./a Senhor/a,

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço de fisioterapia que me foi prestado, devido à falta de profissionalismo demonstrada durante o acompanhamento realizado.

Durante as sessões, verifiquei atitudes que considero inadequadas num contexto clínico, tais como atrasos constantes, pouca atenção às minhas necessidades e falta de esclarecimento relativamente ao tratamento aplicado. Para além disso, senti ausência de empatia e de acompanhamento adequado da minha evolução clínica, o que afetou a confiança no serviço prestado.

Considero que um profissional de saúde deve pautar a sua atuação pelo respeito, responsabilidade, ética e competência, garantindo sempre um atendimento de qualidade ao utente. Infelizmente, a experiência que tive não correspondeu às expectativas mínimas exigidas para este tipo de serviço.

Solicito, assim, que esta situação seja analisada com a devida atenção, de forma a prevenir a repetição de situações semelhantes no futuro.

Com os melhores cumprimentos, 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

dia do trabalhador

O **Dia do Trabalhador**, celebrado a **1 de maio**, não foi criado por uma única pessoa, mas sim pelo movimento operário internacional no final do século XIX.


A origem está ligada aos protestos nos Chicago, em 1886, onde milhares de trabalhadores fizeram greve para exigir a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias. Durante essas manifestações ocorreu o chamado Haymarket Affair (ou Revolta de Haymarket), que terminou em violência e marcou profundamente a luta pelos direitos laborais.


Alguns anos depois, em 1889, a Segunda Internacional — uma organização de partidos socialistas e operários — decidiu instituir o **1.º de maio** como um dia de homenagem aos trabalhadores e de luta pelos seus direitos.


Desde então, a data passou a ser celebrada em muitos países como símbolo da luta por melhores condições de trabalho.



Nota de autoria:

Os textos aqui partilhados são da autoria de Marciel, com apoio da inteligência artificial ChatGPT para auxiliar na redação, estruturação e revisão de conteúdo. Embora a IA contribua com sugestões e melhorias, todas as ideias, decisões finais e mensagens transmitidas são inteiramente humanas. 

sexta-feira, 13 de março de 2026

o bom e o mau.

O bom e o mau são ideias que acompanham a humanidade desde sempre. Em quase todas as culturas, estas duas forças aparecem como opostas, representando escolhas, valores e consequências das nossas ações. Embora pareçam conceitos simples, na verdade são complexos e muitas vezes dependem do contexto, da educação e da forma como cada pessoa vê o mundo.

O bom está geralmente associado a atitudes como a bondade, a honestidade, o respeito e a solidariedade. Quando alguém ajuda outra pessoa, partilha o que tem ou procura agir de forma justa, costuma dizer-se que está a fazer o bem. O bem contribui para a convivência harmoniosa entre as pessoas e para a construção de uma sociedade mais equilibrada.

Por outro lado, o mau está ligado a comportamentos que causam sofrimento, injustiça ou prejuízo aos outros. Mentir, prejudicar alguém de forma intencional ou agir com egoísmo são exemplos de ações consideradas más. O mal tende a gerar conflitos, desconfiança e divisão entre as pessoas.

No entanto, a distinção entre o bom e o mau nem sempre é totalmente clara. Existem situações em que as decisões são difíceis e em que uma escolha pode parecer boa para uns e má para outros. Por isso, ao longo da vida, cada pessoa desenvolve o seu próprio sentido moral, influenciado pela família, pela cultura e pelas experiências pessoais.

Assim, refletir sobre o bom e o mau é essencial para orientar as nossas escolhas. Procurar fazer o bem, mesmo nas pequenas ações do dia a dia, pode ter um impacto positivo não só na vida dos outros, mas também na nossa própria consciência e na forma como construímos o mundo à nossa volta.


Nota de autoria:

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

dia mundial da rádio

O Dia Mundial da Rádio celebra muito mais do que um meio de comunicação — celebra uma voz que nunca se cala. Num mundo dominado por ecrãs e notificações constantes, a rádio continua firme, simples e direta, a entrar em casa, no carro, no trabalho, ou pelos auscultadores de quem caminha pela rua.

É a companhia das madrugadas solitárias e das manhãs apressadas. É a música que nos levanta o ânimo, a informação que nos mantém atentos, o debate que nos faz pensar. A rádio não precisa de imagem para criar proximidade; basta-lhe a palavra certa, dita com verdade.

Em Portugal, a rádio tem história e identidade. Das emissões locais às grandes estações nacionais, continua a dar palco à cultura, à língua e às histórias que nos unem. Evoluiu, adaptou-se ao digital, passou para o online e para os podcasts — mas manteve a essência: comunicar de forma próxima e humana.

O Dia Mundial da Rádio lembra-nos que, mesmo com toda a tecnologia, há algo especial em ouvir uma voz do outro lado. Porque enquanto houver histórias para contar e música para partilhar, a rádio continuará viva.