terça-feira, 30 de junho de 2026

Cartazes

Sr. António – reformado, observador e bem-disposto.

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Dona Emília – vizinha curiosa.

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Jorge – funcionário de uma empresa de publicidade.

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Pedro – jovem distraído.

(Uma praça de uma pequena cidade. Há cartazes por todo o lado: nas paredes, nos postes e até num banco de jardim.)

Sr. António: Isto já não é uma praça... é um álbum de cromos!

Dona Emília: Ainda ontem arrancaram um cartaz de um concerto e apareceram três a ocupar o lugar.

Sr. António: Devem reproduzir-se durante a noite.

(Entra Jorge com um enorme rolo de cartazes.)

Jorge: Bom dia! Venho colocar mais alguns cartazes.

Sr. António: Mais? Onde?

Jorge: Ainda encontrei um poste onde se vê a madeira.

Dona Emília: Isso é gravíssimo! Não pode haver um poste sem publicidade!

(Entra Pedro, completamente distraído, a olhar para o telemóvel.)

Pedro: Desculpem... alguém viu a estátua da praça?

Sr. António: Claro que vimos... há cinco anos.

Pedro: Então onde está?

Dona Emília: Atrás daquele cartaz das promoções, do festival de verão, da pizzaria e da campanha eleitoral.

(Pedro afasta alguns cartazes e encontra finalmente a estátua.)

Pedro: Ah! Afinal ela ainda existe!

Jorge: Excelente! Vou aproveitar e colar aqui mais um anúncio.

Sr. António: Não faça isso! Daqui a pouco temos de pagar bilhete para visitar a estátua!

Dona Emília: Ou então vendemos espaço publicitário aos pombos.

Jorge: Aos pombos?

Sr. António: Sim! São os únicos que ainda conseguem ver os cartazes todos... lá de cima!

(Todos se riem. Nesse momento, um cartaz mal colado cai mesmo em cima do Jorge.)

Jorge: Acho que este anúncio acabou de me convencer...

Sr. António: Finalmente! O primeiro cartaz que fez o seu trabalho! 

sexta-feira, 26 de junho de 2026

Venho por este meio expor a minha insatisfação relativamente ao acompanhamento que me foi prestado em consulta de Fisiatria.

Na consulta em que fui observado, o médico fisiatra decidiu dar por terminado o meu acompanhamento, encaminhando-me apenas para realizar uma experiência/ensaio terapêutico em fisioterapia. Esta decisão deixou-me bastante preocupado, uma vez que continuo a apresentar sintomas e limitações funcionais que afetam significativamente a minha qualidade de vida e a realização das atividades do dia a dia.

Enquanto doente, considero que a fisioterapia constitui um elemento essencial da recuperação, mas não substitui a necessidade de uma avaliação médica especializada e contínua. A função do médico fisiatra é acompanhar a evolução clínica, reavaliar a resposta aos tratamentos instituídos, ajustar o plano terapêutico sempre que necessário e decidir, com base na evolução do doente, quais os passos seguintes. Ao ser dispensado apenas para realizar uma experiência em fisioterapia, sem que estivesse previsto um acompanhamento posterior ou uma reavaliação médica, senti que o meu caso ficou incompleto do ponto de vista clínico.

Além disso, uma experiência terapêutica tem precisamente como objetivo avaliar se determinado tratamento produz benefícios. Essa avaliação deve ser efetuada pelo médico responsável, através da observação da evolução dos sintomas, da funcionalidade e da resposta ao tratamento. Dar alta antes de conhecer os resultados dessa experiência parece-me uma decisão prematura, pois impede uma apreciação objetiva da eficácia da intervenção e da necessidade de eventuais alterações ao plano terapêutico.

A minha expectativa era que existisse uma continuidade de cuidados, com uma consulta de reavaliação após o período de fisioterapia, onde fosse possível analisar os resultados obtidos, verificar se houve melhorias significativas, identificar eventuais dificuldades persistentes e decidir se seria necessário manter, alterar ou complementar o tratamento. Essa abordagem permitiria um acompanhamento mais rigoroso e ajustado à minha situação clínica.

Como doente, sinto que a decisão de terminar o acompanhamento em Fisiatria não teve suficientemente em conta o facto de eu continuar a apresentar limitações e sintomas relevantes. A ausência de uma reavaliação médica após a realização da fisioterapia deixa-me sem a garantia de que a evolução da minha condição será devidamente acompanhada e de que serão tomadas as decisões clínicas mais adequadas, caso o tratamento não produza os resultados esperados.

Por estas razões, solicito que a minha situação seja reavaliada e que seja ponderada a continuidade do acompanhamento em consulta de Fisiatria, com marcação de uma consulta após a conclusão do programa de fisioterapia. Considero que esta será a forma mais adequada de assegurar uma avaliação completa da minha evolução clínica, permitindo uma tomada de decisão fundamentada sobre a necessidade de manter, modificar ou concluir o tratamento, sempre no interesse da minha recuperação e da melhoria da minha qualidade de vida. 


Nota de autoria:

Os textos aqui partilhados são da autoria de Marciel, com apoio da inteligência artificial ChatGPT para auxiliar na redação, estruturação e revisão de conteúdo. Embora a IA contribua com sugestões e melhorias, todas as ideias, decisões finais e mensagens transmitidas são inteiramente humanas.